


"Pode ser que um dia o tempo passe... Mas, se a amizade permanecer, Um de outro se há-de lembrar." Albert Einstein
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(14/10/2007 – 04h11 A.M.)
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Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais
Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você já desistiu de sonhar!
Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar
Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos você jogou fora
Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber
Quantas mentiras você condenava
Quantas você teve que cometer
Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você
Quantas canções que você não cantava
Hoje assobia pra sobreviver
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você
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Pessoal no post anterior referente à caricaturas, disse que poderia ser as últimas, felismente não.
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Liberdade por Conveniência
(Por: Ricardo)
Hora do jantar, todos vão comer.
Seguem juntos os dois irmãos, Assis e Boechat.
Há uma bifurcação inevitável e um segue à direita e outro, à esquerda.
― Aonde você vai? ― Pergunta Assis, com mais desdém que dúvida.
― Lavar as mãos. ― Responde Boechat.
― Lavar as mãos?! ― Pergunta, mais desafiando que confirmando.
― Sim. Minhas mãos estão sujas, por isso devo lavá-las antes de comer. ― Explica o irmão.
― Suja de que? Não vejo nada!
― Nem toda sujeira está ao alcance dos olhos.
― Eu como com as minhas, não com as suas. Mas se quer um conselho...sim, deve lavá-las.
― Porque eu deveria.
― A sujeira causa doenças.
― Quem disse?
― Nossa mãe...nossa avó...nossa bisavó...
― Isso é conversa. Deixei de lavar as mãos há muito tempo e nunca adoeci. ― Conclui orgulhoso.
― Eu também não. Por isso continuo lavando.
― Isso é absurdo! Você não percebe o quanto é tolo seguindo costumes sem fundamento?!
― Não me considero tolo.
― Já está na hora dessa nossa geração acabar com certos costumes infundados que nos obrigaram a seguir por anos. Temos o direito de decidir se queremos ou não lavar nossas mãos! ― Exalta a voz numa atitude mista de inconfidente e adolescente.
― Bem, eu venho lavando as minhas mãos e você, não. Isso não é liberdade? ― desafia.
― Não. Eu estou livre! Eu quebrei o cordão umbilical! Eu sou esclarecido! Você é só um conservadorzinho...
― Mas lavo minhas mãos por decisão própria. Meus atos são expressão de minha livre escolha.
― Não! Sua mente está cauterizada com o veneno dos tabus! Está escolhendo o que nossos antepassados definiram, então não exerce liberdade na escolha!
― Bom, considerei atentamente seu ponto de vista, mas ainda assim prefiro fazer uso de minha livre escolha para decidir lavar as mãos e comer tranqüilo.
― Não! Esta não é uma escolha livre! Coma com as mãos sujas! ― Já instituindo o quinto ato.
Partiu contra o irmão e o levou forçadamente à mesa.
― Coma! ― ordenou.
― Mas não lavei minhas mãos...
― Coma!
Boechat calou-se e comeu.
Comeu a comida usando as mãos imundas com sujeira que ninguém via. Se um dia um dos dois adoeceu não importa. O mais importante é que, graças a Assis, Boechat pôde enfim exercer sua liberdade de escolha, livrando-se dos antigos tabus que impunham pensamentos de uns homens a outros.
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À pouco, minha manhã
transformou-se num escuro
fim de tarde frio e chuvoso.
Preciso desesperadamente ler um poema,
preciso urgente sentir a segurança
que as letras, rimas e versos
me proporcionam.
Estou como uma equação matemática
em meio, a um mandato de citação,
intimação,busca e apreensão.
Sito-me como se estivem indicado
meu nome para fazer parte do SPC.
agora, conhecem-me apenas pelo
número do meu: CPF, RG, e
montante da minha dívida, com a humanidade.
Nesse instante, viajo nas
mais loucas interpretações
do meu futuro incerto.
ah! onde anda aquele fim do dia de ontem,
quando só pensava em voltar pra casa,
e quem sabe descansar em meio as páginas
do velho Bandeira.
Bom que existem os poemas,
esses sim, fazem qualquer mortal
sentir a mais profunda paz e o
mais profundo contentamento.
Quando outrora me conheciam
apenas como Srº, VC, TU ou ELE
eu era completo.
e agora, CPF, RG e nº de contrato.
Que faço eu com esses números? Se apenas
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